Tanto o Conselho Geral das Associações Médicas Oficiais como o sindicato CSIF exortaram o governo a declarar a propagação do coronavírus coronário como doença ocupacional.
A Central Sindical Independiente y de Funcionarios (CSIF) anunciou que vai ampliar a queixa que apresentou no final de março contra o ministro da Saúde Salvador Illa, com os números de aumento de infecções por coronavírus entre o pessoal de saúde.
O sindicato insiste que a infecção pelo coronavírus entre esses profissionais deve ser declarada como doença ocupacional para todos os fins e lembrou que, juntamente com a ação perante a alta corte, também apresentou diversas denúncias nos tribunais das comunidades autônomas, bem como na Delegacia de Inspeção do Trabalho.
O Conselho Geral das Associações Médicas Oficiais (Cgcom) solicitou formalmente aos Ministérios do Trabalho e da Economia Social e da Saúde o reconhecimento dos profissionais de saúde infectados pelo coronavírus como uma “doença ocupacional”, para que possam receber maior proteção em seus serviços.
Os chefes dos dois departamentos receberam várias cartas de médicos depois que a OMS ressaltou a necessidade de os profissionais de saúde terem direito a benefícios por lesões ocupacionais como doença ocupacional. Eles também solicitam que sejam incluídos para eles serviços de compensação, reabilitação e saúde.
O Conselho solicita que sejam tomadas as medidas legais adequadas para garantir que a infecção pelo coronavírus e todas as suas consequências nas unidades de saúde, tanto no sistema nacional de saúde como na saúde privada, sejam reconhecidas como doença ocupacional para todos os fins.
“Apesar da evidente escalada na incidência de infecções entre os trabalhadores da saúde, a única maneira de eles terem suas licenças por doença reconhecidas como doença ocupacional para todos os fins é apresentar um pedido de avaliação de contingência ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)”, eles solicitaram